A Última Música

Edição: 1
Editora: Novo Conceito
ISBN:978-85-63219-07-7
Ano: 2010
Páginas: 383
Classificação: 

Sinopse

Verônica Miller teve sua vida virada de cabeça para baixo quando seus pais se divorciaram e seu pai se mudou de Nova Iorque para Wilmington Beach. Três anos depois, ela continua zangada e alienada em relação aos seus pais, especialmente seu pai... até que sua mãe decide que seria melhor para todo mundo se Ronnie e seu irmão, Jonah, passassem o verão em Wilmington Beach. O pai de Ronnie, pianista e ex-professor, vive uma vida tranquila na cidade de praia, imerso na criação de um vitral para a igreja local.
O conto se transforma em uma história inesquecível sobre o amor em suas diversas formas — o primeiro amor, o amor entre pai e filho — que mostra, de uma forma que só um romance de Nicholas Sparks é capaz, as diversas formas que um relacionamento pode quebrar nossos corações... e curá-los.

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"A Última Música", é o segundo livro que leio de Nicholas Sparks. E devo dizer que odeio esse autor, porque ele cria histórias, com um início, apesar de contemporâneo, super clichê, mas com um final surpreendente. Minha antipatia pelo Sr. Sparks está no fato de eu não conseguir terminar seus livros sem que tenha derramado litros de lágrimas. rs
É claro que eu to brincando quando me refiro a esse maravilhoso escritor, o qual já sou fã.
Este livro é bem mais emocionante do que o primeiro que li [Querido John]. Ele fala sobre o amor que pode existir entre pai e filhos de uma forma linda, romântica, e emocionante.
Sinceramente, pensei: já assisti duas vezes ao filme, chorei horrores em ambas, esse fato não repetirá com o livro. Mas, garanto, foi um baita engano meu.
A primeira parte do livro, onde retrata o amor de verão entre Ronie e Will, é uma leitura, apesar de agradável, sem muitas emoções.
Quando o livro trata de expor o relacionamento entre pai e filha [ Steve e Ronie], então as coisas parecem mudar o rumo.
Steve é um pai exemplar, que faz questão de demonstrar seu amor pelos filhos a qualquer custo. Muitas vezes ele abre mão de seus desejos, para poder reconquistar a confiança e carinho de seus filhos, especialmente, é claro, Ronie.
Ronie é uma menina rebelde, mas que tem um bom coração e firme em  seus princípios.
Além disso, adorei conhecer Jonah, filho mais novo de Kin e Steve. Esse personagem é cativante, e super maneiro. (quando ler o livro vai entender porque ele é maneiro)
Will é um cara que tinha tudo para ser esnobe e fútil, mas tem personalidade e, assim como Ronie, é firme em seus princípios e objetivos.
O livro é realmente envolvente, apesar de em seu início a leitura ser um pouco empurrada (pelo menos foi o que eu achei).
Uma bela surpresa que encontrei nessa história foram os relatos sobre a fé de Steve e as experiências compartilhadas com o amigo pastor Harris. Foram momentos de  muita emoção.
O livro trata de uma forma muito doce os temas: amor, família, fé, e perdão.
Esse último ponto é marcante. Do início ao fim, a mensagem é repleta de exemplos de perdão e arrependimento.  
Um livro lindo, emocionante, delicado e envolvente. Recomendadíssimo.

Até a próxima!


3 comentários:

Cíntia Mara disse...
14 de janeiro de 2011 22:50

Ótima resenha, Pris! Esse livro é lindo e muito emocionante mesmo.

Eu odiei o Nicholas quando terminei Querido John, porque me tocou de forma mais pessoal.

Bjos

Paulo Cheng (Rico) disse...
15 de janeiro de 2011 12:50

Deve ser um ótimo livro. Gostaria de saber quantos livros vc tem Pri ao todo.

geekthings_ disse...
19 de janeiro de 2011 15:22

Amei a sua resenha, eu sou louca para ler um livro do Nicholas Sparks, todo mundo me diz que são ótimos!

Indiquei você: http://tiny.cc/pf8aa

Beijos, Kakau

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