O EVANGELHO SEGUNDO OS SIMPSONS


Edição: 1
Editora: Novo Século
ISBN: 85-6671-48-7
Páginas: 199
Classificação:  
 Sinopse

Dentes perfeitos. Perfumado. Sempre age com classe Este é Homer Simpson descrevendo à Deus depois de receber uma visita divina. Este livro fala de Deus, Fé e Espiritualidade que aparecem em abundância na Série de TV Os Simpsons. Os Simpson, uma vez foi condenado por George e Barbara Bush além do antigo Secretário de Educação William Bennett, "O Evangelho Segundo Os Simpsons: A Vida Espiritual da Família mais Animada de Mundo" escrito por um experiente repórter de assuntos religiosos do Orlando Sentinel, Mark Pinsky, que vê na série animada e irreverente, uma reflexão do papel da religião na vida famíliar americana.

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O livro trata da maneira como a Família Simpsons apresenta sua religiosidade.
Os Simpsons são uma família tipicamente protestante que em certos momentos demonstram sua fé através da oração, obediência, bondade e fidelidade.
O livro traz os episódios em que há essas demonstrações de fé - dos mais variados personagens da série.
Não só demonstrações de fé, mas traz cenas em que há a presença de fatores que envolvem a fé, como céu, anjos e inferno.
Na minha opinião, o livro não traz nada de relevante, apenas mostra como a família conduz sua religiosidade em sua cultura, o que segundo o autor, é a realidade de muitos americanos. Ou seja, vão à igreja todos os domingos, oram, acreditam em Deus, mas não se envolvem muito com o evangelho propriamente dito.
Depois de ler, penso que o nome do livro deveria ser "a religiosidade segundo os Simpsons" ou "como os Simpsons manifestam sua fé". Isso por que de evangelho, quase nada aparece, aliás, muito raramente o nome de Jesus é mencionado.
Quando o autor, Mark Pinsky, narra os episódios (que por sinal não são reprisados somente na tv, mas no livro em diversos capítulos também) nos dá aquela sensação: "o livro é melhor que o filme" só que o contrário, "o desenho é melhor que o livro". Há episódios inteiros narrados, e isso com falta de detalhes, o que torna a leitura frustrante.
Outra falha que encontrei no livro foi que quando ele se referia a ritos e costumes do judaísmo ele não se preocupou em explicar aquela cerimônia, o que para um leigo não faria sentido algum. parece que ele escreveu para quem já tem o conhecimento dessa cultura. (O que me salvou fora as aulas de hebraico - Valeu Grijó*)
Por fim, algo que me chamou bastante a atenção foram erros como os de concordância, acentuação e de algumas palavras faltando letras... tem até a expressão tão criticada na aula de português, o famoso "muita das vezes".
Só não abandonei a leitura, pq não sou fã disso, gosto de ir até o final... mas com certeza, esse livro eu não indico...
se quiser saber sobre a religiosidade da família Simpson, assista ao seriado, vai ser mais divertido, pode ter certeza...

1 comentários:

Ana Carolina Nonato disse...
20 de dezembro de 2010 20:15

Olá!

Ah, o livro não me inspirou muita confiança mesmo. Nada substitui aquilo para que uma coisa foi criada - Os Simpsons foram criados para a TV. Muito oportuna sua crítica.

Abraços,
Ana Nonato.
http://odesafiodecadadia.blogspot.com

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